<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318</id><updated>2011-10-31T18:16:50.619-02:00</updated><title type='text'>O Amanhã Nunca Se Sabe</title><subtitle type='html'>Quem não tem colírio, usa óculos escuro...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-5659005842200336089</id><published>2011-10-20T08:47:00.000-02:00</published><updated>2011-10-20T08:51:57.499-02:00</updated><title type='text'>Thiago Borges enviou-lhe o seguinte abaixo-assinado.</title><content type='html'>&lt;div style='font-family: Verdana; font-size: 9pt;'&gt;Meus Amigos, &lt;br&gt; &lt;br&gt;Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online: &lt;br&gt; &lt;br&gt;«INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVA A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE» &lt;br&gt; &lt;br&gt;http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N15216 &lt;br&gt; &lt;br&gt;Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N15216 e divulga-o por teus contatos. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Obrigado.&lt;br&gt;Thiago Borges&lt;br&gt;&lt;br&gt;Esta mensagem foi enviada por Thiago Borges (thiago.apmb@gmail.com), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao abaixo-assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N15216&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-5659005842200336089?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/5659005842200336089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=5659005842200336089' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/5659005842200336089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/5659005842200336089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2011/10/thiago-borges-enviou-lhe-o-seguinte.html' title='Thiago Borges enviou-lhe o seguinte abaixo-assinado.'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-1075140815634412845</id><published>2009-08-19T15:47:00.003-03:00</published><updated>2009-08-19T15:50:29.695-03:00</updated><title type='text'>Onde os Fracos Não Têm Vez - Clássico contemporâneo dos irmãos Coen</title><content type='html'>&lt;a href="http://cinema.matrizativaonline.com/wp-content/uploads/2008/02/no_country_for_old_men_poster.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 339px; height: 500px;" src="http://cinema.matrizativaonline.com/wp-content/uploads/2008/02/no_country_for_old_men_poster.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Onde os Fracos Não Têm Vez &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(No Country For Old Men, 2007, EUA) é um filme destoante na carreira de Joel e Ethan Coen. Não pelo sentido depreciativo do termo, mas sim, por representar um tipo de cinema que os irmãos, em nenhum momento anterior, tinham apresentado ao público. No lugar das comédias de fino humor negro, repletas de situações oníricas ou absurdas, apareceu uma obra cerebral, que apresenta dura reflexão sobre a transformação, para pior, dos valores da sociedade americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O duelo entre o velho e o novo, mais precisamente as concepções morais de gerações diferentes, é o principal conflito existente no livro do experiente escritor americano Cormac McCarthy, que foi transposto em sua totalidade para as telas, através de adaptação dos próprios Coen. A história pode enganar caso se preste atenção apenas na sangrenta perseguição que conduz o filme: há muito mais por trás dos fatos mostrados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSoyknuatI/AAAAAAAAAFo/dB7pwiT1tYM/s1600-h/no_country_for_old_men.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 320px; height: 209px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSoyknuatI/AAAAAAAAAFo/dB7pwiT1tYM/s320/no_country_for_old_men.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Llewelyn Moss (Josh Brolin) é um soldador do oeste americano que encontra no deserto, em meio a uma chacina (resultado de uma negociação de drogas que não deu certo), uma maleta com 2 milhões de dólares. A partir deste momento, o assassino Anton Chigurh (Javier Bardem) é contratado para caçar Moss e recuperar o dinheiro. O xerife Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones) acompanha os acontecimentos e, apesar de aparecer pouco em relação aos outros dois personagens, possui fundamental importância na narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobriedade é a palavra-chave do longa. A começar pela fotografia de Roger Deakins, que valoriza espaços amplos e tomadas abertas e gera uma forte sensação de isolamento em meio a mundo violento, e passa pela decisão de não usar qualquer tipo de trilha sonora. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;Onde os Fracos Não Têm Vez&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; é um dos raros filmes a descartar o uso de música. Porém, a forma que os Coen escolheram para contar a história dispensa técnicas supérfluas. Tudo é reduzido ao mínimo, inclusive os diálogos, e o efeito é excelente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSoj9upz8I/AAAAAAAAAFg/yM2YgM9ZQno/s1600-h/NoCountryForOldMen3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 320px; height: 212px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSoj9upz8I/AAAAAAAAAFg/yM2YgM9ZQno/s320/NoCountryForOldMen3.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Joel e Ethan sempre foram críticos da sociedade. Toda a filmografia dos irmãos sabe apontar e ridicularizar as idiossincrasias humanas. Por mais exagerado, e este era o objetivo principal, havia sempre um alívio cômico para rirmos dos comportamentos esdrúxulos de seus personagens. Neste filme, não existe nada disso. Pelo contrário. Assassinatos absurdos, falta de ética, sensação de impotência e pessimismo tomam conta da atmosfera pesada da obra. A violência domina os atos de todos os indivíduos e não existe um alento que possa mostrar um novo caminho &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;(detalhe importante: o longa é ambientado em 1980 e, ainda assim, parece que vemos uma radiografia do mundo atual)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;A "filosofia" do filme encontra ressonância direta nos protagonistas. Anton Chigurh, por mais maniqueísta que possa parecer seu personagem, possui uma moral complexa e segue uma linha de conduta imposta a si mesmo: seu trabalho de assassino de aluguel é a única coisa importante; tudo que se torna obstáculo para a realização de uma tarefa deve ser eliminado. Pela dificuldade para não cair no caricato, o espanhol Javier Bardem merece todos os méritos pela grande caracterização, vencedora de um merecido Oscar de coadjuvante. Seu Chigurh parece algo inumano, uma máquina assustadora, sem emoções, metódica. É o "mal absoluto", personificado em alguém com um corte de cabelo ridículo, voz gutural e que mata pessoas com uma arma para abater gados. Não é a toa o desconforto no espectador quando este homem aparece na tela.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Do lado oposto, Llewelyn Moss representa um "homem comum", no meio de eventos que não consegue reverter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSpkv4QGAI/AAAAAAAAAFw/ADc3vShF3qI/s1600-h/ncend2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 320px; height: 232px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSpkv4QGAI/AAAAAAAAAFw/ADc3vShF3qI/s320/ncend2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Contudo, é Ed Tom Bell o principal elemento de ligação entre o tom pessimista da narrativa e as imagens cruas e realistas. O filme abre com um monólogo do personagem, que relembra uma época na qual xerifes nem precisavam usar armas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A vida perde sentido e valor cada vez mais rápido: "você não pode parar o que está vindo", diz um policial aposentado, fazendo alusão à própria violência, mas também, à decadência do entendimento entre os homens. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Esta espécie de lamento dos novos "valores" (o título original em inglês, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Onde os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;velhos&lt;/span&gt; não têm vez, faz muito mais sentido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:courier new;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;) fica claro na última cena, onde Ed Tom narra um sonho com seu falecido pai, também xerife.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Coen acertaram em tudo aqui. Desde criar um "anti-clímax", ao não mostrar o desfecho de Llewelyn Moss, até o simbólico final. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Onde os Fracos Não Têm Vez&lt;/span&gt; ganhou o Oscar de melhor filme em 2008. Mesmo se não ganhasse nenhum prêmio, nada tiraria seu status de clássico contemporâneo e uma posição na lista das obras mais importantes da década.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"And in the dream I knew that he was goin' on ahead and he was fixin' to make a fire somewhere out there in all that dark and all that cold, and I knew that whenever I got there he would be there. And then I woke up."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ed Tom Bell&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;Cotação: 5/5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;--&lt;br /&gt;Thiago Borges&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-1075140815634412845?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/1075140815634412845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=1075140815634412845' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/1075140815634412845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/1075140815634412845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/08/onde-os-fracos-nao-tem-vez-classico_19.html' title='Onde os Fracos Não Têm Vez - Clássico contemporâneo dos irmãos Coen'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SoSoyknuatI/AAAAAAAAAFo/dB7pwiT1tYM/s72-c/no_country_for_old_men.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-605500538665765698</id><published>2009-08-12T22:55:00.017-03:00</published><updated>2009-08-13T12:33:15.800-03:00</updated><title type='text'>Angry Alien - Paródias do cinema feita por coelhos</title><content type='html'>Ahhh, a internet...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Navegar na web é uma das melhores coisas do mundo. Permite a qualquer pessoa enriquecer sua cultura, conhecer outros países, entrar em contato com as mais variadas formas de arte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e também achar maravilhas da humanidade como o site do &lt;a href="http://www.angryalien.com/"&gt;Angry Alien Productions&lt;/a&gt;!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_TlAoeR1B9x8/SWoeh19rwJI/AAAAAAAAAvE/zdbVUTFdYlU/s400/angryalien.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 367px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_TlAoeR1B9x8/SWoeh19rwJI/AAAAAAAAAvE/zdbVUTFdYlU/s400/angryalien.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que ao ler o título do post, todos vão pensar em algo bizarro, como lindos e fofos coelhos de verdade vestidos como Darth Vader ou Indiana Jones. Nada disso. O nível de sandice do Homem não chegou a tanto.........&lt;br /&gt;Tudo bem, existem coisas como &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6MdpaoBbK8c"&gt;esta&lt;/a&gt;, mas eu ainda acredito na sociedade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o Angry Alien funciona da seguinte maneira: são animações em Flash protagonizadas por coelhos, provavelmente usuários de drogas pesadas e ilícitas, que parodiam filmes marcantes da história do cinema em apenas 30 segundos. Isso mesmo. Meio minuto para alguns comedores de cenoura saltitantes contarem a história de clássicos como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Casablanca&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Iluminado&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tubarão&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Os Caçadores da Arca Perdida&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pulp Fiction&lt;/span&gt;; passando ainda por mais recentes como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Clube da Luta&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jogos Mortais&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homem-Aranha&lt;/span&gt; e até o sucesso adolescente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Crepúsculo&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é sensacional!!! Graças ao curto tempo, vários fatores contribuem muito para o estilo cômico das reencenações: as cenas clássicas de cada longa que se intercalam de forma bem rápida, os diálogos velozes, com direito a trilha sonora, feita pelos próprios dubladores, e até imitação dos atores de carne e osso, o que deixa todas as vozes hilárias (o sotaque do coelho que "interpreta" James Stewart, em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Felicidade Não Se Compra&lt;/span&gt;, é impagável).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que para não ficar com uma cara de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;what the fuck is that?&lt;/span&gt; o ideal é conhecer os filmes antes de assistir sua respectiva animação. Assim, as imagens aparentemente sem ligação fazem  sentido  e fica muito mais engraçado perceber como tudo não passa de uma homenagem bem sacada à Sétima Arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei muito dos organizadores do site, apenas que a cartunista americana Jennifer Shiman, que também faz as vozes, é a criadora da ideia. Aliás, a animadora já ganhou alguns prêmios importantes com o projeto, como &lt;span class="mat_texto"&gt;Melhor Série de Internet, no Ottawa International Animation Festival, e Melhor Curta Metragem, no Fantasia Film Festival de Montreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas um aviso: o site é em inglês e os nomes dos filmes aparecerão na língua da terra do Tio Sam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/__c0k2sPILnE/R-eSn_o_oJI/AAAAAAAAAq0/7eDVoAunbQg/s400/Angry_Alien.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 321px;" src="http://4.bp.blogspot.com/__c0k2sPILnE/R-eSn_o_oJI/AAAAAAAAAq0/7eDVoAunbQg/s400/Angry_Alien.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"I'm the king of the world": &lt;/span&gt;Leonardo Di Caprio na versão &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bunny &lt;/span&gt;&lt;span&gt;em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Titanic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="mat_texto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://joannapenabickley.typepad.com/on/images/picture_2.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 450px; height: 305px;" src="http://joannapenabickley.typepad.com/on/images/picture_2.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Indiana Jones em busca da Arca da Aliança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.polyesterland.net/shapemaker/uploaded_images/pulp_fiction-792319.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 469px; height: 348px;" src="http://www.polyesterland.net/shapemaker/uploaded_images/pulp_fiction-792319.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma nova "roupagem" para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Pulp Fiction&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-605500538665765698?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/605500538665765698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=605500538665765698' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/605500538665765698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/605500538665765698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/08/angry-alien-parodias-do-cinema-feita.html' title='Angry Alien - Paródias do cinema feita por coelhos'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_TlAoeR1B9x8/SWoeh19rwJI/AAAAAAAAAvE/zdbVUTFdYlU/s72-c/angryalien.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-6435955595820472070</id><published>2009-08-07T11:48:00.001-03:00</published><updated>2009-08-07T11:48:14.640-03:00</updated><title type='text'>Três Homens em Conflito - O maior western de todos os tempos?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://artfiles.art.com/images/-/The-Good-the-Bad-and-the-Ugly-Poster-C10286151.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 317px; height: 450px;" src="http://artfiles.art.com/images/-/The-Good-the-Bad-and-the-Ugly-Poster-C10286151.jpeg" alt="" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;meta content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	text-indent:35.45pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-fareast-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt;&lt;/style&gt;&amp;quot;Quando for atirar, atire, não fale&amp;quot;. Esta pérola do humor negro, proferida pelo personagem de Eli Wallach, define o lema do velho oeste americano. Aquele que não brinca em serviço tem mais chances de sobreviver nesta terra de ninguém. &lt;i style=""&gt;&amp;quot;Três Homens em Conflito&amp;quot;&lt;/i&gt; (&lt;i style=""&gt;Il buono, Il brutto, Il cattivo&lt;/i&gt;, 1966, Itália/Espanha/EUA) pega o mito do colonizador e o joga em um verdadeiro espetáculo sonoro e imagético de ação, violência, drama e comédia – é um clássico muito grande para ser definido como mero faroeste e entraria fácil na lista dos filmes &amp;quot;maiores que a vida&amp;quot;, como bem define o crítico americano Roger Ebert. Aliás, aqui só não entra romance. Afinal, Clint Eastwood, Lee Van Cleef e o próprio Wallach são duros e rudes demais para se apaixonar...&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;O diretor Sergio Leone foi o maior ícone de um subgênero do western denominado &lt;i style=""&gt;spaghetti&lt;/i&gt;, cujo auge ocorreu nos anos 60 e 70. O nome tem explicação: normalmente, eram italianos que os rodavam, com o mínimo de orçamento, usando atores americanos iniciantes ou decadentes. As histórias, que apresentavam &amp;quot;mocinhos&amp;quot; solitários e mal encarados em busca de tesouros ou quantias perdidas em dólares, aliadas à violência estilizada, fizeram sucesso na Europa e, de forma tardia, nos EUA. Coube a Leone elevar os &lt;i style=""&gt;spaghetti&lt;/i&gt;, que eram mal vistos pelos puristas adoradores de faroestes, a um patamar artístico inigualável dentro do gênero.&lt;div style="text-align: left;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Três Homens em Conflito&amp;quot;&lt;/i&gt; é o elo final da chamada &amp;quot;trilogia dos dólares&amp;quot;, composta ainda por &amp;quot;Por um Punhado de Dólares&amp;quot; (1964) e &amp;quot;Por Uns Dólares a Mais&amp;quot; (1965), todos protagonizados por Clint Eastwood – vale lembrar que somente após estes filmes, interpretando o Homem Sem Nome, Clint se tornou um astro de Hollywood. Sergio Leone ainda faria outros westerns essenciais, como &amp;quot;Era Uma Vez no Oeste&amp;quot;, que também é lembrado como um dos melhores do gênero, e &amp;quot;Quando Explode a Vingança&amp;quot;, antes de falecer, aos 60 anos, em 1989.&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ica.org.uk/thumbnail.php?max=408&amp;amp;id=5769"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 408px; height: 269px;" src="http://www.ica.org.uk/thumbnail.php?max=408&amp;amp;id=5769" alt="" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; Os créditos iniciais de &lt;i style=""&gt;&amp;quot;Três Homens em Conflito&amp;quot;&lt;/i&gt; seguem o mesmo esquema que se tornou marca registrada dos &lt;i style=""&gt;spaghetti&lt;/i&gt;: uma agitada animação com cavalos, canhões, rostos dos atores principais e nomes da equipe de produção. Porém, é o estilo lento e operístico de Leone que dita o ritmo das quase três horas de produção. Somos apresentados, sem pressa, aos três homens do título original em italiano. O Bom é o Homem Sem Nome, apelidado de Blondie, vivido por Clint Eastwood. Sisudo, de poucas palavras, possui uma mira perfeita e prefere andar sozinho pelos diferentes condados do Texas. O Mau é Sentenza, conhecido como Angel Eyes, interpretado por Lee Van Cleef, mercenário sem sentimentos que faz tudo a seu alcance para finalizar um trabalho iniciado. O Feio é Tuco Ramirez, papel de Eli Wallach, trambiqueiro procurado em mais de 12 cidades.&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;É interessante ver como estas alcunhas não correspondem totalmente à realidade. Leone brinca com o título do filme. Em seu velho oeste, não existe mais o maniqueísmo de herói e vilão. O caráter se molda com o desenrolar dos fatos. Blondie e Tuco aplicam golpes em uma parceria um tanto tumultuada: o primeiro entrega o segundo às autoridades e na hora em que este vai ser enforcado, atira na corda, ficando com a recompensa que é dividida entre os dois. Brigas mais tarde, Blondie abandona Tuco no deserto, que depois faz o mesmo com o companheiro. O estereótipo de cada personagem, que o espectador espera ser seguido por todo o filme, é desconstruído conforme o dinheiro entra em jogo. Angel Eyes é o que mais faz jus ao apelido, com seu serviço de assassino por encomenda. Finalmente, os destinos dos três homens se unem no momento da descoberta de 200 mil dólares enterrados em um cemitério. Cada um inicia sua busca pelo tesouro em plena Guerra Civil Americana, passando no centro do fogo cruzado entre Confederados e exército da União.&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Os encontros e desencontros dos protagonistas são conduzidos de forma reflexiva, mas nunca lenta ou arrastada demais. Somos presenteados com longas tomadas panorâmicas e extensos closes, o que gera um perfeito contraponto entre o coletivo e o íntimo. Ao mesmo tempo em que a paisagem mítica do oeste é mostrada de forma encantadora, vemos os poros, as cicatrizes, a barba malfeita dos rostos duros queimados pelo sol, quando a câmera se aproxima dos atores. Outra marca de Sergio Leone são as diversas sequências em que temos ausência de diálogos. Imagens falam mais do que palavras, por isso o uso de frases curtas, mas impactantes, como as tiradas de humor, que são sempre as mais lembradas – um belo exemplo é a que abre este texto. &lt;i style=""&gt;&amp;quot;Três Homens&amp;quot;&lt;/i&gt; é um dos poucos filmes em que a imagem, o som e até o silêncio se casam de forma irretocável.&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Snw-U-3WmvI/AAAAAAAAAFQ/VtizIqCdcjE/s1600-h/tuco-763332.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 135px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Snw-U-3WmvI/AAAAAAAAAFQ/VtizIqCdcjE/s320/tuco-763332.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367233386112260850" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; Trilha sonora, aliás, que merece destaque especial. A parceria entre Leone e o maestro/compositor italiano Ennio Morricone, um dos mais respeitados da história do cinema, chega ao ápice. A música de abertura, que emula sons de coiotes, aparece em todo o longa, com variações geniais de ritmo e instrumentos – não tem como negar o caráter cômico quando ela é apresentada de forma mais lenta. Porém, a grande peça do filme é &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=GdNh9f2Wwm0"&gt;&amp;quot;Ecstasy of Gold&amp;quot;&lt;/a&gt;. Em apenas uma cena, o tema entra para angariar um respeitável posto na lista de momentos inesquecíveis da Sétima Arte. Quando Tuco encontra o cemitério no qual o dinheiro está escondido, a câmera e a música acompanham o crescente estado de euforia do personagem. Após tanto esforço, a chegada ao local ganha contornos épicos, graças à grandiosidade do trabalho de Morricone. Emocionante é pouco para definir a sequência.&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Assim como tensão é a palavra errada para resumir o truelo final entre o Bom, o Mau e o Feio. Leone não é mestre apenas em mostrar a violência pura e simples: a &amp;quot;pré-violência&amp;quot;, o que ocorre antes do revólver disparar, também é essencial. E o jogo de imagens antes de definir com quem ficará a fortuna mostra isso. Closes frenéticos nos olhos, rostos, coldres e mãos fazem o espectador grudar na poltrona. O tempo é alongado ao máximo e faz o suspense se tornar palpável - quase dá para sentir o suor frio dos personagens.&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Em suma, &lt;i style=""&gt;&amp;quot;Três Homens em Conflito&amp;quot;&lt;/i&gt; é obrigatório para qualquer pessoa que tenha o mínimo interesse em cinema. É a prova de que diferentes gêneros podem coexistir em um mesmo filme, com um resultado final brilhante. Espetáculo completo, que transforma o western, gênero muitas vezes encarado como algo menor, em arte pura.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-6435955595820472070?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/6435955595820472070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=6435955595820472070' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/6435955595820472070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/6435955595820472070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/08/tres-homens-em-conflito-o-maior-western_8095.html' title='Três Homens em Conflito - O maior western de todos os tempos?'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Snw-U-3WmvI/AAAAAAAAAFQ/VtizIqCdcjE/s72-c/tuco-763332.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-6624898980905863184</id><published>2009-07-29T13:53:00.001-03:00</published><updated>2009-07-29T13:53:44.382-03:00</updated><title type='text'>Daunbailó - Filmaço de Jim Jarmusch</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB9C5ixOlI/AAAAAAAAAEw/38F3QXV7Sbw/s1600-h/1800059138p.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 216px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB9C5ixOlI/AAAAAAAAAEw/38F3QXV7Sbw/s320/1800059138p.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363924644958124626" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;meta content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;link rel="themeData" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"&gt;&lt;link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CThiago%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	text-indent:35.45pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-fareast-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt;&lt;/style&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font style="font-style: italic;"&gt;Daunbailó&lt;/font&gt; (Down By Law, 1986, EUA/Alemanha) é um filme que conquista o espectador de forma arrebatadora. Espera-se algo bom, até pelo status cult adquirido pelo longa desde o seu lançamento. Mas o que o diretor Jim Jarmusch nos oferece é muito maior. De situações rotineiras, em que o tédio e a desilusão parecem consumir a todos, é retirada uma espécie de humor sutil, de bom gosto, a partir de personagens cativantes, verdadeiros anti-heróis de uma jornada quixotesca&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Revelar detalhes maiores da trama com certeza tiraria a graça de ser surpreendido a cada rumo tomado pelos protagonistas. Basta saber que temos três desajeitados cujas trajetórias se encontram na cadeia. Zack (o músico Tom Waits) acaba atrás das grades graças a um mal entendido. Jack (John Lurie) cai em uma armação da polícia e também é preso sem ter feito nada. Lá, ganham a companhia de um italiano chamado Roberto (Roberto Begnini), que se torna o elo entre os dois americanos birrentos e de saco cheio um do outro. Personalidades distintas que criam, na marra, uma amizade improvável.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A grande pérola da história é, sem dúvida, os três prisioneiros. Homens a margem da sociedade, que perambulam por aí sem fazer nada (ou fazendo o mínimo para sobreviver) se transformam em personagens muito bem construídos, cada um com sua característica própria. Zack e Jack, sempre brigando entre si e entediados com a vida, representam o contraponto do falante Roberto, que fala inglês aos trancos e usa um caderninho para lembrar algumas frases mais difíceis. Em outro ator, o papel provavelmente não ficaria tão rico. Para Roberto Begnini, cai como uma luva. Ele pega os clichês clássicos dos &amp;quot;carcamanos&amp;quot; (fala rápida e alta, gestos largos) e cria um homem ingênuo, mas sempre confiante, que acredita na amizade dos companheiros de cela como uma forma de encarar as dificuldades da vida. Aqui, o ator está melhor que na premiada interpretação de &lt;i style=""&gt;A Vida É Bela&lt;/i&gt;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB9ujBnTiI/AAAAAAAAAFA/YChm3mSOw20/s1600-h/downbylaw1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 180px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB9ujBnTiI/AAAAAAAAAFA/YChm3mSOw20/s320/downbylaw1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363925394827726370" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; O roteiro escrito pelo próprio Jim Jarmusch costura muito bem as contradições dos trambiqueiros. A convivência entre eles, que vai desde tentativa de fuga até passeio de barco em um rio, sempre é pontuada por momentos de humor genuíno, nascido de situações naturais. As próprias atitudes dos personagens tornam tudo mais hilário e absurdo; não há aquela forçada de barra para uma cena se tornar engraçada, como em inúmeros filmes de &amp;quot;comédia&amp;quot; atuais, que pecam por esquecer a inteligência em casa. A certeza da qualidade cômica de &lt;i style=""&gt;Daunbailó&lt;/i&gt; pode ser conferida em várias cenas envolvendo Roberto (lembrem-se da frase &lt;i style=""&gt;I scream, you scream, we all scream for ice cream&lt;/i&gt; e vão saber do que falo...).&lt;br&gt; &lt;br&gt;É claro que não se faz um filme apenas com uma boa história. A narrativa deve ter algo de diferente para criar o clima necessário. Jarmusch não apenas subverte o sentido de comédia, como aponta um caminho muito interessante. Ao invés de tudo ocorrer rápido, de verborragia burra, igual a todo filme de humor, ele prefere, em muitos momentos, deixar a câmera parada, como se a mesma fizesse parte do ambiente, com o único intuito de capturar as grandes atuações que ocorrem na frente dela. Parece até que tudo foi improvisado na hora da filmagem, tamanha a espontaneidade que o efeito gera. Combinado com o preto e branco de Robbie Müller, o mesmo da belíssima fotografia de &lt;i style=""&gt;Paris, Texas&lt;/i&gt;, do diretor alemão Wim Wenders, algumas imagens doem na alma de tão lindas. Os contrastes entre luz e sombra criam o tom de fábula e sonho da inusitada aventura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além dos aspectos técnicos, a trilha sonora também se destaca. Feita pelo próprio Tom Waits, abusa da variedade, como free jazz, blues, rock e até ritmos latinos, alternando entre o calmo e o nervoso. Os dois pontos altos são o tema de abertura, &lt;i style=""&gt;Jockey Full of Bourbon&lt;/i&gt;, uma espécie de mambo, e &lt;i style=""&gt;Tango &amp;#39;Till They&amp;#39;re Sore&lt;/i&gt;, que fecha os créditos finais, com muita ironia, de forma perfeita.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB-PApbbGI/AAAAAAAAAFI/5YEeavlLU3U/s1600-h/down%2Bby%2Blaw.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 221px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB-PApbbGI/AAAAAAAAAFI/5YEeavlLU3U/s320/down%2Bby%2Blaw.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363925952535161954" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; Com uma história deliciosa e personagens apaixonantes, &lt;i style=""&gt;Daunbailó&lt;/i&gt; é uma das melhores coisas que o cinema independente americano já fez. O nome em português (que ao imitar a pronuncia em inglês parece ser bobo, mas é muito original) confirma ainda mais o espírito leve e irreverente do longa. Se repararmos bem, a mensagem do filme é mostrar a união como única forma de superar as adversidades, independente a quem nos unimos. O sr. Jarmusch achou uma excelente forma de passa lição de moral com originalidade.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-6624898980905863184?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/6624898980905863184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=6624898980905863184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/6624898980905863184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/6624898980905863184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/07/daunbailo-filmaco-de-jim-jarmusch_29.html' title='Daunbailó - Filmaço de Jim Jarmusch'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SnB9C5ixOlI/AAAAAAAAAEw/38F3QXV7Sbw/s72-c/1800059138p.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-2835555533770108955</id><published>2009-07-22T11:09:00.002-03:00</published><updated>2009-07-22T11:09:49.358-03:00</updated><title type='text'>Churros na Madrugada</title><content type='html'>Hoje, teremos uma matéria que fiz em junho para um trabalho da faculdade. Apesar de ser um texto grande, vale a pena lê-lo, pois mostra algumas curiosidades sobre um local bastante singular desta excelente cidade que é São Paulo. Bom divertimento!&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font style="font-weight: bold;"&gt;Famosa casa que vendia o prato espanhol era símbolo nostálgico da Mooca&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;"Seu" Antonio está doente. O dono do Churros da Mooca, um dos poucos lugares que ainda guardavam o lado romântico paulistano, teve que fechar o estabelecimento em agosto de 2008, devido a uma pneumonia grave. As histórias da churraria de 50 anos, contudo, ainda permanecem como um marco da Mooca e de uma época que não volta mais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O pequeno e apertado espaço (a ponto de ficar lotado com menos de quinze pessoas no local) se localiza na Rua Ana Néri, número 282, próximo ao Centro. Antonio Garcia Lopes, 78 anos, herdou o local que pertencia à família do sogro, descendente de espanhol que já vendia iguarias de seu país. Brasileiro nato, "seu" Antonio, ou Toninho, como é carinhosamente chamado pelos amigos da região, continuou o comércio de doces e pães.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O estabelecimento, conhecido pelo apelido "Churros da Mooca", vide que nunca teve um nome oficial, abria suas portas bem cedo para vender café da manha aos trabalhadores do Centro Técnico Operacional do Banco Itaú. Pastéis, coxinhas e rosquinhas podiam ser consumidas até por volta de 11 horas da manhã, além, é claro, do churros em formato de roda.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1984, ocorreu uma grande mudança na vida de "seu" Antonio: sua esposa, a pessoa que mais o ajudava na preparação dos quitutes, faleceu. Ele ainda conseguiu manter sozinho, por algum tempo, a oferta de diferentes alimentos. Porém, ao perceber o enorme sucesso que o churro fazia, fez mudanças significativas, que ajudaram a criar um aspecto místico em torno do local. Ao trabalhar apenas em finais de semana, estender o horário de funcionamento pelas madrugadas e se dedicar exclusivamente à venda do principal produto da casa, o Churros da Mooca conseguiu atrair ainda mais público e se fixar como ponto de visita do bairro italiano.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar do aspecto simples que possuía (apenas um balcão, um tacho de óleo para fritar e os equipamentos para fazer a massa ilustravam o ambiente), a churraria tinha variados tipos de freqüentadores. Pessoas saídas de luxuosos bailes da terceira idade, noivos que acabavam de casar, jovens que voltavam para casa após festas e baladas. "Isso dava um ar luxuoso e aconchegante ao ambiente, o que chamava a atenção dos fregueses", afirma Débora Sato, 42 anos, nora de "seu" Antonio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com a popularidade que marcou os últimos anos da casa, os dias mais movimentados apresentavam filas de até 1 hora e meia. "Era difícil chegar e não ter ninguém na espera", diz Débora. No Dia das Mães, por exemplo, o churro se tornava presente disputado. "Era loucura. E ainda, domingo sempre foi o dia de maior venda", confirma.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O aspecto familiar do estabelecimento é um dos fatores importantes para entender o porquê do sucesso. Pessoas que eram jovens quando "seu" Antonio começou o negócio traziam, anos mais tarde, seus filhos e netos. Famílias se deslocavam de outros bairros para apreciar o prato. O local se tornou uma espécie de "ponto de encontro de gerações". "A Mooca contribui para este sentimento de comunidade, que é muito forte aqui", opina Débora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pelo horário de funcionamento, baderneiros e bêbados também eram encontrados, mas em menor escala. O relato de acontecimentos graves é raro, até pelo comportamento sereno do dono. "O Toninho era calmo e controlado", relembra João Bezerra, 53 anos, dono de um bar próximo ao local. Só perdia a paciência quando alguém pedia recheio no churro. "Você quer pão doce? Isso não é churro!", falava, calmamente, "seu" Antonio ao freguês. A casa oferecia, no máximo, açúcar e canela.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O quitute vendido em carros por diversas ruas da cidade, com chocolate, doce de leite e granulado, não pode ser considerado o prato típico da Espanha. "Éramos o único lugar de São Paulo que vendia o verdadeiro churro espanhol", afirma Débora. Alguns estabelecimentos em shoppings centers declaram comercializar este produto, mas nenhum segue a receita que é guardada a sete chaves pela família. Há até um senhor no Tatuapé que se passa pelo "seu" Antonio, mas é claro que a cópia não tem a tradição e o sabor do original.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Como nunca teve qualquer tipo de publicidade própria, o Churros da Mooca mostra a importância do "boca a boca". Escondido atrás de uma banca de jornal, em uma rua com apenas razoável movimento de carros, tornou-se ponto importante das noites paulistanas graças aos próprios clientes. "Alguém levava o amigo, que depois indicava para mais pessoas, e assim por diante...", declara Débora, ao lembrar que nem mesmo placa com nome o local possuía.&lt;br&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SmcYxjTSO9I/AAAAAAAAAEg/37fBz2Gzv0o/s1600-h/Churraria.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 241px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SmcYxjTSO9I/AAAAAAAAAEg/37fBz2Gzv0o/s320/Churraria.jpg" alt="" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;  &lt;font size="1"&gt;Atualmente, o local é um despachante&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;Além de conquistar a confiança do público durante 50 anos, o número de histórias e anedotas é proporcional à sua fama. Dizem que o cubículo em que Toninho vendia seus alimentos foi pago com um burro. Outra lenda, fala que garotos roubavam garrafas de leite, que eram deixadas nas portas das casas da Avenida Paes de Barros, para tomar de manhã junto com o churro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para explicar todas estas curiosidades, a casa foi tema de inúmeras reportagens em veículos impressos e TV, ao longo dos anos. O chef de cozinha francês Olivier Anquier fez questão de assumir a receita como o melhor churro que já comeu. "Sempre teve bastante gente atrás do Toninho. E mesmo depois que o lugar fechou, algumas pessoas ainda vêm procurá-lo", diz Ivanildo Lopes, 57 anos, morador do local há mais de uma década. Hoje, por ter a saúde mais fraca do que em outros tempos e não se encontrar mais em São Paulo, "seu" Antonio evita dar entrevistas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após a doença, seus filhos decidiram afastá-lo do trabalho. E, infelizmente, não há previsão de que a casa volte a funcionar. No lugar, agora é encontrado um despachante. Quanto a Toninho, mora em São Bernardo do Campo e exercita seu hobby favorito. "Ele sempre gostou de pescar. Agora está perto de um rio e pode aproveitar", afirma Sakari Takeda, 88 anos, amigo de longa data.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O Churros da Mooca representava uma espécie de "mundo à parte", cheio de curiosidades e excentricidades. Fará falta ao imaginário afetivo da Mooca e da cidade um local onde valores de comunidade e família eram cultivados.&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-2835555533770108955?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/2835555533770108955/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=2835555533770108955' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2835555533770108955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2835555533770108955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/07/fwd-churros-na-madrugada.html' title='Churros na Madrugada'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SmcYxjTSO9I/AAAAAAAAAEg/37fBz2Gzv0o/s72-c/Churraria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-7266404718259525857</id><published>2009-07-15T17:29:00.012-03:00</published><updated>2009-07-16T11:47:30.412-03:00</updated><title type='text'>Batman - O Messias: um clássico das HQ's</title><content type='html'>Muita gente (muita mesmo) acha que HQ's são coisas de crianças nerds com óculos fundo de garrafa, sardas no rosto e aparelhos ortodônticos que dão a volta na cabeça...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também. Mas histórias em quadrinhos já deixaram de ser entretenimento infantil há muito tempo... Que o diga obras pesadas e sombrias como &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batman:_The_Dark_Knight_Returns"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Cavaleiro das Trevas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Demolidor - O Homem Sem Medo&lt;/span&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Watchmen"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Watchmen&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Sandman_%28Vertigo%29"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sandman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém ainda duvida disto, sugiro que leia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Batman - O Messias&lt;/span&gt;. Com roteiro de Jim Starlin e arte de Bernie Wrightson, esta é uma das &lt;span style="font-style: italic;"&gt;graphic novels&lt;/span&gt; mais perturbadoras do Cruzado de Capa, seja pela temática verossímil ou pela violência extrema contida na história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5YTamw-oI/AAAAAAAAAEA/AOwRPNjUBjs/s1600-h/gclassdc1101.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 306px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5YTamw-oI/AAAAAAAAAEA/AOwRPNjUBjs/s320/gclassdc1101.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358817697200142978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Façamos um exercício de raciocínio. O Homem Morcego já enfrentou inúmeros vilões, dos mais variados tipos, desde palhaços loucos até deformados com dupla personalidade. Porém, em nenhum - NENHUM - momento dos 70 anos de sua existência ele foi tão subjugado, física e psicologicamente, quanto nesta obra. E o mais incrível: por um homem comum, com extrema inteligência e persuasão, mas ainda assim comum. Batman é preso, torturado, drogado, sofre lavagem cerebral. Tudo conduzido pelo Diácono Joseph Blackfire, que se auto proclama a encarnação de um antigo messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um discurso social, o diácono organiza uma espécie de seita para "limpar" a cidade de criminosos. Assim, assassinatos de ladrões, cafetões e outros tipos do submundo começam a ocorrer em grande escala. Batman então é capturado, manipulado e as ações de Blackfire saem fora do controle dos governantes de Gotham City.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante ver como Batman pode ser extremamente vulnerável. As alucinações causadas pelas drogas que lhe são medicadas fazem o morcegão ter sonhos e visões que destroem seus princípios e crenças. Ele se vê matando inimigos a machadadas, chorando como criança perante seus medos e chega ao limite no momento em que recusa a promessa de proteger a cidade, quando esta cai nas mãos do homem que o domina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5aMxwx8fI/AAAAAAAAAEI/RrEMmCY8NXA/s1600-h/blackfire.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 172px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5aMxwx8fI/AAAAAAAAAEI/RrEMmCY8NXA/s320/blackfire.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358819782180336114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só reforça o que ele realmente é: um homem. Nada mais. Não possui poderes, não voa, tampouco ergue carros com uma mão. Duvida de si mesmo, pensa em desistir, e, ainda assim, segue com o que necessita fazer. Não por soberba ou arrogância, mas sim porque &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;precisa&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;disto para viver&lt;/span&gt;, porque ainda não superou o assassinato de seus pais e porque uma cidade inteira depende dele. Na minha humildíssima opinião, estes fatos apenas comprovam o mais completo personagem de histórias em quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa!! Desde criança esperava fazer esta declaração!! Agora sou um homem feliz e podemos voltar ao tema do post!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blackfire é a representação fiel do fanatismo religioso, tema que talvez seja mais atual do que em 1988, época do lançamento da revista. A lavagem cerebral que o vilão realiza em seus seguidores ocorre em abundância no mundo real. Inúmeras pessoas seguem falsas doutrinas, que muitas vezes possuem interesses escusos e ilegais. A mensagem é clara: o poder destes "líderes espirituais" pode ser mais incisivo do que crimes e planos mirabolantes (pois é Coringa, você se deu mal desta vez...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Messias&lt;/span&gt; é perturbador - como já disse acima - também pela violência. Seu filho de seis anos gosta de Batman? Pois bem, deixe-o longe desta HQ. Mortes barbáras, decapitações e esquartejamentos acontecem aos montes ao longo das quase 200 páginas da obra. Parece que o mundo surtou de vez, as leis servem como meros fantoches e não existem mais formas de conter o mal (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somado a tudo o que foi descrito, temos uma belíssima arte de Wrightson e revolucionárias formas de composição das páginas. Eu, ao menos, nunca tinha visto um quadrinho se quebrar como um espelho... Genial!!! Isso sem falar em um dos modelos mais destruidores do Batmovel...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5aaNsjxnI/AAAAAAAAAEQ/ymOJimoXIB0/s1600-h/cult.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 198px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5aaNsjxnI/AAAAAAAAAEQ/ymOJimoXIB0/s320/cult.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358820013017122418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Batman - O Messias&lt;/span&gt; é uma grande obra-prima do Cavaleiro das Trevas. Tão pesado e instigante que entra fácil na lista das melhores histórias já escritas para um herói. Para quem se interessou, é fácil encontrá-la em lojas como Americanas, Saraivas e Submarinos da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-7266404718259525857?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/7266404718259525857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=7266404718259525857' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7266404718259525857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7266404718259525857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/07/batman-o-messias-um-classico-das-hqs.html' title='Batman - O Messias: um clássico das HQ&apos;s'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/Sl5YTamw-oI/AAAAAAAAAEA/AOwRPNjUBjs/s72-c/gclassdc1101.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-7498381600317683205</id><published>2009-07-14T21:55:00.004-03:00</published><updated>2009-07-15T16:20:24.982-03:00</updated><title type='text'>O Amanhã Nunca Se Sabe - O Retorno</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Após um looooooooooooooooooooooooongo tempo inativo, este humilde blog volta ao trabalho normal, com novo layout, cacarecos e blá blá blá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, além do retorno, vou propor algo novo. Agora, ao invés só de resenhas de filmes e livros, textos sérios e comentários céticos, também escreverei sobre tudo o que der na telha: cinema underground, games, HQ's, política, esporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda tem mais!!! Colocarei humor e acidez satírica onde couber, da melhor forma possível.&lt;br /&gt;Afinal, como diria José Simão: "Nóis sofre, mas nóis goza"!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E senta que lá vem história...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-7498381600317683205?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/7498381600317683205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=7498381600317683205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7498381600317683205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7498381600317683205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2009/07/o-amanha-nunca-se-sabe-o-retorno.html' title='O Amanhã Nunca Se Sabe - O Retorno'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-7184594098470316545</id><published>2008-10-26T15:52:00.002-02:00</published><updated>2009-07-26T18:37:51.408-03:00</updated><title type='text'>Taxi Driver - O Homem Solitário de Deus</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSviE_qqiI/AAAAAAAAABo/U3H5RsKL1Vs/s1600-h/taxi_driver.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSviE_qqiI/AAAAAAAAABo/U3H5RsKL1Vs/s320/taxi_driver.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261523264666774050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -24.8pt 0.0001pt -9pt; text-align: justify;"&gt;S&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente a partir dos anos 70 o cinema poderia ver um herói como Travis Bickle, o protagonista de Taxi Driver (1976, EUA), filme marco na carreira de Martin Scorsese e Robert DeNiro. Uma espécie de revolução passou por Hollywood no fim da década anterior. Os filmes se tornaram literalmente sujos. Mas não no sentido pejorativo do termo. Uma geração de jovens diretores - Polanski, Coppola, o próprio Scorsese... - que estava cansada das mesmas coisas injetou um nível de realidade nunca antes visto no cinema. Temas antes renegados se tornaram a principal forma de expressão cinematográfica: a pobreza das ruas, a violência crua, os desajustados, ou seja, a vida como ela é. O nível psicológico foi levado ao extremo e Taxi Driver sintetiza esta fase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é o tratado definitivo sobre a solidão e as marcas profundas que este sentimento deixa em uma pessoa. Acompanhamos Travis Bickle, um veterano da Guerra do Vietnã, insone, que perambula com seu táxi pelas ruas barra pesada de Nova York durante as madrugadas. Extremamente isolado da realidade que o cerca, Travis mantém o mínimo de contato com as pessoas que convive, mas não porque goste disso. Ele tenta, mas não consegue se sociabilizar com as coisas ao seu redor. A raiva e a desilusão que sente se misturam ao asco com o que encontra em seus passeios e nos passageiros que conduz pela cidade. Prostitutas, cafetões, bêbados, traficantes, homicidas: a curiosa fauna que o motorista vê todos os dias o faz perder a fé na sociedade. Ele sonha com o dia em que as ruas serão limpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bickle é, sem dúvida, um dos mais importantes e complexos personagens da história do cinema, e os principais responsáveis por isso são o roteirista Paul Schrader, que escreveu a história baseado em acontecimentos reais de sua vida, e, principalmente, Robert DeNiro. Sua atuação é nada menos do que grandiosa e a partir daqui se tornou um verdadeiro mito entre os atores. Perfeccionista, chegou a guiar táxis reais pelas noites e estudar o comportamento de pessoas com problemas mentais. DeNiro faz com que acreditamos na dor de Travis, enquanto que o roteiro de Schrader mergulha o espectador na mente doentia do personagem. Os monólogos proferidos pelo taxista são brilhantes; em cada frase, é possível enxergar um homem ferido, amargurado, que não tem ninguém para pedir ajuda, que apenas quer ser alguém como as outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o filme ser todo de Travis, os coadjuvantes também oferecem interpretações marcantes: Cybill Shepherd, como Betsy, a partidária de um candidato à presidência que rejeita Travis; Harvey Keitel, como Sport, um cafetão que gerencia jovens; e principalmente, Jodie Foster, então com 12 anos, que vive a prostituta Iris. Esta possui importância fundamental na história, pois a vida que leva é tudo o que o taxista mais abomina, fazendo o próprio começar uma jornada para salvar a garota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a parte técnica do filme é impressionante. A fotografia de Michael Chapman nos dá uma Nova York que parece mergulhada em uma constante atmosfera densa, iluminada com néons de prostíbulos, botecos e cinemas pornô; uma visão decadente da Big Apple a partir da visão de Bickle – repare na fumaça que sai dos respiradores de esgoto e nas sombras opressoras que encharcam as calçadas. Seu táxi amarelo é a embarcação que o faz navegar por este inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bernard Herrmann, parceiro de Hitchcock em edição musical por longa data, criou, em seu último trabalho, uma trilha sonora perturbadora. Combinando momentos suaves de jazz com seqüências tensas e nervosas, a música é um personagem vivo dentro do filme e representa mais um expressivo fator que delineia a complexa personalidade do taxista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E claro, como nos principais longas que fez, o trabalho de Martin Scorsese se assemelha ao de um maestro; ele é dos diretores que sabem onde encaixar todas as intrincadas peças que fazem um filme funcionar. A força de Taxi Driver, em grande parte, se encontra no vigor de Martin para filmar histórias urbanas, violentas, que possuem uma grande cidade como pano de fundo e um anti-herói em busca de sua redenção. O diretor usou técnicas que mais tarde se tornariam referência em outras obras – como o uso da câmera lenta para representar o ponto de vista de um personagem ou narrações em off do próprio protagonista comentando seu estado de espírito. Mas, um dos grandes méritos de Scorsese é o de ser um crítico social que não precisa apelar para o senso comum. O final do filme mostra a quão hipócrita é o sistema em que vivemos (lembre-se que o longa é de 1976, mas há coisas que não mudam no ser humano...): a mesma sociedade que oprime e marginaliza alguém, mais tarde o eleva como exemplo a ser seguido. Maior contradição não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxi Driver é um clássico vigoroso e honesto – e como é bom ver um filme assim. Cenas que ainda marcam o imaginário cinematográfico, como Travis falando com o espelho, ou ainda o encontro com o candidato à presidência, fazem deste um dos importantes divisores de água da Sétima Arte. Muitos podem reclamar da explosão de violência do terceiro ato, mas ela é extremamente justificável – esta que é uma das seqüências mais violentas de Scorsese, um verdadeiro mestre em mostrar os sentimentos primitivos do Homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada está no filme por acaso. Em poucas oportunidades, entramos na mente de um personagem como neste filme. A dor de Travis em não ser compreendido é a dor de inúmeras pessoas. O que consola é que, no final, independente da forma como conseguiu, ele experimenta um pouco de paz.&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -24.8pt 0.0001pt -9pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-7184594098470316545?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/7184594098470316545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=7184594098470316545' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7184594098470316545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/7184594098470316545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/10/taxi-driver-o-homem-solitrio-de-deus_2869.html' title='Taxi Driver - O Homem Solitário de Deus'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSviE_qqiI/AAAAAAAAABo/U3H5RsKL1Vs/s72-c/taxi_driver.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-3950333434098415383</id><published>2008-10-04T13:37:00.001-03:00</published><updated>2009-07-26T18:37:51.408-03:00</updated><title type='text'>A Doce Vida - Clássico atemporal de Fellini</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOecW539LaI/AAAAAAAAABY/1iKp86kjsxY/s1600-h/Dolce+vita,+La+%28Fellini%29+1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOecW539LaI/AAAAAAAAABY/1iKp86kjsxY/s320/Dolce+vita,+La+%28Fellini%29+1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253339407657545122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cineastas como Federico Fellini normalmente são mal interpretados. Por trás da lentidão das histórias contadas, das alegorias, da possível incompreensão ao que se vê na tela, esconde-se uma forte denúncia aos valores da sociedade moderna. Estes valores, que na década de 60 já eram fortes, pouco mudaram quase meio século depois.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style=""&gt;A Doce Vida &lt;/i&gt;(La Dolce Vita, Itália, 1960), talvez a obra máxima do italiano, engana muita gente. Aparentemente um filme ingênuo sobre a vida das celebridades de Roma, a película é uma crítica fortíssima a todo o vazio e à frivolidade da burguesia. E o melhor: Fellini nos mostra isso de maneira sutil, sem escancarar o óbvio, o que o faz ser ainda mais feroz.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A história não possui um fio condutor. Acompanhamos alguns dias na vida de Marcello, jornalista que escreve para as colunas sociais e perambula pelas noites acompanhando a alta classe. O protagonista, interpretado pelo ator fetiche de Fellini, Marcelo Mastroianni, sabe que algo está errado com o que vê todas as noites. Festas suntuosas, jantares caríssimos, mulheres ardentes, não escondem o quão pobre e hedonista é a vida dos ricos. Apesar de viver tão próximo a um mundo de sonho e luxúria - ele dorme com belas mulheres, conhece as mais influentes pessoas – Marcello não entende o que se passa ao seu redor. De forma inconsciente, a angústia passa a ser um fator freqüente em sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A forma como Fellini mostra esta burguesia “acéfala” é a maior marca de sua filmografia. De forma alegórica, que muitas vezes beira o surreal, ele brinca com o espectador e o sentimento que é despertado em nós é o mesmo do protagonista: não entendemos o que se passa, sabemos que algo está fora de controle, mas não conseguimos verbalizá-lo. Os diálogos são tão irreais quanto as imagens e só reforçam a futilidade das ações que vemos na tela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um dos poucos fatores que aliviam Marcello é a amizade com Steiner (Alain Cony). Este é uma espécie de ídolo para o jornalista: rico, inteligente, uma espécie de filósofo sobre a vida, sabe se manter distante de toda a ilusão que a riqueza pode provocar. Quando algo trágico ocorre ao empresário, somos levados a um final que não esperamos. Uma tour-de-force pesada e melancólica, que, de certa forma destrói toda a esperança que possa existir para a sociedade retratada – que no fundo, é a nossa sociedade. Se os lúcidos abrem mão de sua lucidez, o que mais resta a fazer? Somente aproveitar a doce vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Apesar de possuir inúmeras passagens marcantes, como o banho na Fontana di Trevi, duas cenas resumem a obra: o plano de abertura e de fechamento do filme. Marcello tenta falar com uma mulher, mas não consegue ser ouvido, muito menos ouvi-la. Em um mundo onde não conseguimos nos comunicar, onde nossas atitudes são motivadas em sua maior parte pelo comodismo, o melhor talvez seja se entregar a algo que não conseguimos mudar.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-3950333434098415383?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/3950333434098415383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=3950333434098415383' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/3950333434098415383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/3950333434098415383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/10/doce-vida-clssico-atemporal-de-fellini.html' title='A Doce Vida - Clássico atemporal de Fellini'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOecW539LaI/AAAAAAAAABY/1iKp86kjsxY/s72-c/Dolce+vita,+La+%28Fellini%29+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-2210719856475597457</id><published>2008-09-28T14:58:00.000-03:00</published><updated>2009-07-26T18:38:02.213-03:00</updated><title type='text'>Mas, afinal, o que é o cinema?</title><content type='html'>&lt;p&gt;"O cinema não deveria entrar no museu nem integrar instalações. O museu, como o teatro, é a sociedade burguesa. O cinema é uma arte popular, ele exige a sala escura, na qual podemos nos esconder num canto, onde estamos protegidos pela escuridão, onde não há entreato, nem coquetel, nem casacos de pele nem olhares - salvo aqueles que circulam entre a tela e os espectadores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E, quando o filme termina, e as luzes ainda não estão acesas, nós nos levantamos e vamos embora."&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Eugenio Renzi&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-2210719856475597457?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/2210719856475597457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=2210719856475597457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2210719856475597457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2210719856475597457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/09/mas-afinal-o-que-o-cinema.html' title='Mas, afinal, o que é o cinema?'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-5141167784670070301</id><published>2008-09-28T14:01:00.000-03:00</published><updated>2009-07-26T18:37:51.408-03:00</updated><title type='text'>Triste Fim de Policarpo Quaresma: O Brasil de ontem, hoje e (provavelmente) sempre</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SN-5sTha7jI/AAAAAAAAAAs/6iUEP3JHIA4/s1600-h/Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SN-5sTha7jI/AAAAAAAAAAs/6iUEP3JHIA4/s320/Brasil.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251119861343120946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;i style=""&gt;Triste Fim de Policarpo Quaresma&lt;/i&gt; é daquelas obras que transcendem o período em que foram escritas. Podemos até considerá-la datada pelos costumes da época em que a narrativa ocorre (fim do século XIX), mas uma coisa não se pode negar: é a parábola definitiva da política brasileira, seja em qual período da História estivermos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Lima Barreto constrói uma obra extremamente ácida, que não poupa as idiossincrasias da vida. Mas a base está na crítica à política e aos órgãos que governam o país. Usando um estilo de denúncia social semelhante ao de Machado de Assis, o livro de Barreto, escrito em 1911, consegue ser irônico e profundamente reflexivo, sem nunca apelar para velhos clichês.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Policarpo Quaresma é um homem que sonha ver sua pátria livre de estrangeirismos, cultivando seus próprios valores, dando valor a seu próprio povo; para ele, o Brasil é o país mais rico do mundo, seja pela vasta cultura ou pela terra abençoada para a agricultura. O protagonista é uma espécie de metáfora que representa a eterna luta do brasileiro para se livrar das amarras impostas ao seu país durante séculos de História; esse mesmo brasileiro que, como disse Nelson Rodrigues décadas mais tarde, sempre sofreu da “síndrome do vira-lata”. Aqui, vemos como Lima Barreto se antecipa à estética modernista da valorização cultural do Brasil cerca de uma década antes do movimento atingir seu auge (Semana de Arte Moderna, em 1922).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A idéia de patriotismo defendida por Policarpo é a de cultivar amor pela nação como se esta fosse um ser palpável. Assim, seria possível estudar as qualidades de seu país para apontar a forma mais viável de progresso. O que o personagem propõe difere muito do pensamento de patriota que o mundo tem atualmente: pessoas prontas para morrer pelo país, impondo sua cultura a outros, como forma de defesa contra possíveis “violadores” da moral de uma nação (vide a política norte-americana nos últimos anos).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A crítica dos valores da sociedade da época está presente em quase todas as páginas do livro. O racismo latente de uma república que aboliu há pouco tempo a escravidão; a aversão aos pobres por membros da alta classe (composta esta por cargos ou funções reconhecidas como “nobres”: médicos, tenentes, funcionários públicos...); o individualismo que levava as pessoas a pensar somente no próprio sucesso, não se importando com os outros; enfim está tudo lá. Agora façamos um momento de reflexão: a sociedade do fim do séc.XIX não sofreu grandes alterações mais de um século depois. Vários fatores criticados por Barreto ainda continuam arraigados na forma brasileira de levar a vida. O funcionarismo público continua burocrata e lento; as facilidades são encontradas apenas por aqueles que mantém o status de seu cargo, sejam políticos, militares ou apenas famosos; os verdadeiros trabalhadores do país ainda são tratados com descaso pelos governantes. Lima Barreto sentiria vergonha ao ver o quanto deixamos de evoluir em mais de cem anos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Ainda há espaço para satirizar aqueles que buscam casamentos em troca de uma posição melhor na sociedade (qualquer semelhança com a atualidade é mera coincidência...), e o “militarismo de gabinete”, mas a obra trata mesmo é de política, traçando um quadro perfeito do que parece ser o estado constante da política brasileira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A construção da imagem, que transforma os governantes em heróis, semideuses idolatrados pelo povo, já existia na época. O que vemos hoje, ainda mais em época de eleições, com políticos prometendo tudo o que a população quer ouvir, é recorrente na história do Brasil. A luta para chegar ao governo é ferrenha, mas parece que o amor empregado pelos homens que decidem os rumos do país não é pelo trabalho da administração em si, mas sim pelo poder que a eles são conferidos. A partir desta prerrogativa, Barreto traça um perfil impiedoso de Floriano Peixoto, presidente à época. Preguiçoso e vulgar, tirano e indolente, o marechal fora desenhado como a imagem histórica do “bom” governante.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;A desilusão da população com os políticos já vêm daquela época. Policarpo, que usa todos seus esforços para ajudar a República, vê que nada adianta suar, trabalhar, ou morrer pela pátria. E é esta a sensação que paira sobre o país até hoje (principalmente hoje). A cada novo escândalo, a cada nova CPI instaurada e a cada final de processo sem que os culpados sejam punidos, nos perguntamos: de novo? Até quando o país ficará à mercê destes tipos que vêm no comando da nação há tanto tempo? Quaresma fez esta pergunta há um século e ainda não obteve resposta.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;O final amargo e pessimista contrasta com o último parágrafo, onde a afilhada de Policarpo confere as inúmeras mudanças que ocorreram no país desde os seus primórdios, mostrando que o progresso não é mera utopia e que dias melhores virão. Afinal, mudanças são inerentes no processo de desenvolvimento de uma nação. Nós, brasileiros, ainda esperamos esta mudança maior.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-5141167784670070301?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/5141167784670070301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=5141167784670070301' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/5141167784670070301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/5141167784670070301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/09/triste-fim-de-policarpo-quaresma-o.html' title='Triste Fim de Policarpo Quaresma: O Brasil de ontem, hoje e (provavelmente) sempre'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SN-5sTha7jI/AAAAAAAAAAs/6iUEP3JHIA4/s72-c/Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-8792713073851199497</id><published>2008-09-14T14:06:00.001-03:00</published><updated>2009-07-26T18:37:51.408-03:00</updated><title type='text'>Exclusivo!! Resenha da Controvérsia!! (hahaha)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSwCtK06PI/AAAAAAAAABw/OMLvRoRkAVk/s1600-h/walle_20.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSwCtK06PI/AAAAAAAAABw/OMLvRoRkAVk/s320/walle_20.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261523825206814962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  Atenção!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho em primeira mão a resenha que sairá na Controvérsia de outubro (hahaha).&lt;br /&gt;Aproveitem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Existem filmes que marcam e mudam um gênero. &lt;i style=""&gt;Wall-E &lt;/i&gt;(EUA, 2008) não representa apenas um novo rumo na estética das animações, mas também mostra que obras “feitas para crianças” podem encantar e emocionar como poucas “feitas para adultos” conseguem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A Pixar, extensão da Disney para a produção de longas animados, mostra que é o estúdio que mais ama o que faz. &lt;i style=""&gt;Toy Story&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Monstros S.A.&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Procurando Nemo &lt;/i&gt;e outros estão aí para comprovar. &lt;i style=""&gt;Wall-E&lt;/i&gt;, entretanto, é um passo além de todo o sucesso e crítica alcançado pelos filmes anteriores da produtora. É um triunfo cinematográfico, uma experiência fílmica única. Méritos totais para o diretor Andrew Stanton. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A história é uma crítica aberta a toda megalomania humana. Estamos em 2100 aproximadamente. A Terra se tornou inabitável graças a todo o lixo acumulado por décadas a fio. Como a vida no planeta se tornou impossível, os seres humanos partiram para uma viagem de cinco anos pelo espaço em naves-colônias gigantescas, deixando milhões de robôs com a missão de limpar o planeta. Após 700 anos, o lixo ainda está todo lá, e apenas um robô continua fazendo seu trabalho: o enferrujado Wall-E.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O personagem-título é um capítulo à parte. Wall-E tem como única companhia uma barata de estimação. É devotado fiel de seu trabalho, mesmo com montanhas descomunais de lixo para compactar; mora em um caminhão-baú onde coleciona inúmeros apetrechos e bugigangas humanas que encontra durante sua jornada de trabalho (lâmpadas, garfos, isqueiros) e sempre assiste, quando chega em casa, uma velha fita VHS do musical &lt;i style=""&gt;Alô, Dolly!&lt;/i&gt; (filme de 1969). &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A apresentação da história ao público é um dos acertos estéticos mais criativos e engenhosos do cinema nos últimos tempos: a primeira metade do filme não apresenta diálogos. E é aqui que a construção do personagem mostra-se impecável. Wall-E é um palhaço mudo, como Buster Keaton ou Charles Chaplin. Ele não precisa de palavras (aliás, o único som que emite é o próprio nome) para cativar o público. A forma metódica que leva a vida (compactar lixo-casa) faz com que o pequeno robô, de alguma forma, crie um sentimento de solidão, de vazio não preenchido.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Sua vida sofre uma reviravolta quando Eva (note a óbvia referência bíblica), uma robô-sonda que busca encontrar vestígios de vida em desenvolvimento, desembarca no planeta. Tem-se início, após uma acidental descoberta do protagonista, uma aventura romântica entre os dois pequenos robôs para que a vida se torne viável mais uma vez na Terra.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Liderados por Roger Deakins, um dos fotógrafos mais respeitados do cinema americano, a equipe de animação constrói um visual impressionante, com dois ambientes diferentes ao longo do filme, ambos extremamente verossímeis. Primeiro, o planeta devastado pelo lixo é mostrado em tons de terra e ferrugem, dando a impressão sufocante de desolação necessária. Depois, dentro da nave-colônia, têm-se um ambiente limpo e iluminado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Stanton ousou e acertou. Fez uma crítica feroz à displicência humana com a própria vida e com o planeta e não teve medo de nos mostrar através de caricaturas (todos os que vivem nas naves-colônias são obesos mórbidos e não fazem absolutamente nada sem que robôs os ajudem). E, o mais genial, mostrou dois já célebres personagens, mais humanos do que os próprios seres humanos.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;Wall-E&lt;/i&gt; nos mostra que, apesar de tudo, ainda é possível acreditar na vida e no amor.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-8792713073851199497?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/8792713073851199497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=8792713073851199497' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/8792713073851199497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/8792713073851199497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/09/exclusivo-resenha-da-controvrsia-hahaha.html' title='Exclusivo!! Resenha da Controvérsia!! (hahaha)'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SQSwCtK06PI/AAAAAAAAABw/OMLvRoRkAVk/s72-c/walle_20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-847173375999835318.post-2714189194986040327</id><published>2008-09-13T21:16:00.000-03:00</published><updated>2009-07-26T18:38:02.213-03:00</updated><title type='text'>Pois louco é quem me diz...</title><content type='html'>Para estrear o blog, postarei uma frase que, apesar de ser extremamente irônica, mostra a realidade do mundo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todo &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;homem&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; sensato aceita o mundo como ele é. Só os &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;loucos&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; tentam reformar o mundo.         Portanto, todo &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;progresso&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; depende dos &lt;/span&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;loucos&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;.&lt;/span&gt;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  George Bernard Shaw, escritor irlandês&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/847173375999835318-2714189194986040327?l=oamanhanuncasesabe.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/feeds/2714189194986040327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=847173375999835318&amp;postID=2714189194986040327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2714189194986040327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/847173375999835318/posts/default/2714189194986040327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oamanhanuncasesabe.blogspot.com/2008/09/pois-louco-quem-me-diz.html' title='Pois louco é quem me diz...'/><author><name>Thiago Borges</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00831159594442649794</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_GyebKaCG1l4/SOeVrquiHbI/AAAAAAAAAA4/7zkCi07iEwI/S220/cido1.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
